Qual vaga que quebra na praia
Teu olhar esconde-se em meio à areia
Enquanto a lua, tão tímida, ensaia
O que no fundo tua alma anseia.
Qual vaga que quebra na praia
Teu olhar errante, de certo não vê
Enquanto a lua, tão tímida, ensaia
O que no fundo tua alma não crê.
Qual vaga que morre na praia
Teu olhar sem força, aos poucos oculta
Enquanto a lua, tão tímida, ensaia
O que no fundo tua alma sepulta.
Esta poesia faz do parte do meu primeiro livro"Por Entre Veredas na calada Noite"
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