É
preciso uma conscientização da importância de se pensar como parte integrante
deste processo e não como parte principal.
Quando
esta ficha cair, e o ser humano perceber o quanto tem sido vil consigo mesmo,
afetando toda a natureza, talvez, e com um pouco de sorte, poderá mudar seu
destino e daqueles que virão depois.
Ainda
que cada vez mais escasso, o tempo é seu mais precioso aliado nesta luta que
poderá ser inglória.
Mas
se não lutarmos, não poderemos saber se as nossas atitudes de criarmos uma
atmosfera mais profícua para a vida terá valido a pena o sacrifício.
Sacrifício
não.
Acho
que este não é termo adequado para tal caso. O que na realidade deveria ser uma
rotina, ou seja, a nossa permanente preocupação, passou a ser vista como uma
coisa de outro mundo.
Fazemos
tantas coisas, na maioria delas, sem valor nenhum, nem para nós.
Quando
se fala hoje em dia em defender o planeta, defender a vida ouve-se: - não tenho
nada com isso- é problema do governo- já faço a minha parte.
Eis
a pergunta:
Qual
é a sua parte neste contexto?
Vivemos
tantas realidades distintas em plena cidade, separadas por um pequeno limite de
terra e/ou muro.
Ouvimos
e vemos todos os dias fatos que nos chocam e, perplexos, solidarizamo-nos com
as pessoas atingidas, sem sequer conhecê-las.
Mas
quando acontece de passarmos por fato semelhante ou por uma situação mais ou
menos parecida como as que temos notícias, agimos diferente do que pensamos.
Botamos
a boca no mundo, reclamamos de tudo e de todos.
Sentimo-nos
reféns, mártires, injustiçados.
Será
essa a solução?
Será
esse o caminho?
Será
essa a saída?
Necessário
se faz que voltemos nossa bateria e artilharia em prol da vida.
Só
unindo forças, numa corrente constante, é que mudaremos esta face triste pelo
qual passa o mundo.
Ainda
há tempo.
Ainda
se pode ter esperança de que nada é irreversível, enquanto a fé alimenta o
desejo, a vontade e a determinação de vencer e mudar.
É
preciso criar dentro de cada ser humano, na sua total acepção da palavra, que
ele é o diferencial neste momento para se atingir os objetivos.
Dependerá
agora, como citado linhas acima, única e exclusivamente dele, de suas atitudes
ao passar a pensar também nos outros.
É um
ato de amor pela vida.
É a
sua declaração particular dos direitos universais sendo cumprida na sua
totalidade.
São
seus direitos sendo respeitados na integridade, sem se esquecer jamais também
dos seus deveres para com a sociedade.
É
sua resposta para quem não acredita que o homem pode conviver em paz e voltar
os olhos para a terra-mãe.
Enfim
viver em perfeita harmonia.
Pelo
bem de todos.
Pelo
bem do planeta.
Pelo
bem do homem.
Pelo
bem da vida.
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