“Consumação”
O
queimar ardente de um amor sem medida
O
desabrochar de um sentimento afeito à solidão.
O
querer sublime que altera a rotina da vida
O
sentir que doma e domina o frágil e forte coração.
O
se dar inteiro sem medir quaisquer consequências
O
volver de laços que prendem e atam sem nós.
O
perder de toda e qualquer consciência
O
revirar de corpos sedentos entre lençóis.
O
cruzar afoito e aflito de pernas e seios
Olhos
que se conhecem na eternidade do sentimento.
Bocas,
beijos, desejos e anseios
Consumindo-se
ante a fúria deste momento.
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