Alguém me falou que mesmo duvidando,
mesmo sendo cético não acreditando,
mesmo diante de tantas maravilhas
apresentadas e
milagres revelados por e’le sem nenhuma explicação plausível ou
convincente à nossa compreensão humana,
ainda assim Deus crê em nós.
Ainda assim não nos abandona.
Ainda assim não desiste de nos buscar
nos lugares mais longínquos de nossa alma.
Ainda assim nos espera de braços
abertos,
estendendo as suas poderosas mãos na
esperança de que possamos
vê-lo em nossa humilde arrogância.
Ainda assim caminha ao nosso lado,
mostrando o caminho a ser seguido,
nos fortalecendo nos momentos de
angústias e aflições.
Ainda assim sabe que a nossa
autossuficiência tem limite e prazo de validade.
Pensamos ser o senhor,
quando na verdade, não passamos de
servos.
Ainda assim não se torna arrogante e
prepotente, mostrando-nos que ele é soberano, ao contrário, mostra-se humilde
em sua entrega.
Ainda assim chora quando choramos na dor
da perda,
na solidão da noite, na tristeza do
vazio.
Ainda assim não se entristece quando
estamos felizes em demasia por algum objetivo alcançado
e esquecemos de sua participação e
presença na vitória.
Ainda assim permite o livre arbítrio do
nosso coração, não nos obrigando a amá-lo como nos ama.
Incondicionalmente.
Ainda assim entende a nossa fraqueza e
reconhece que apesar de termos sido filhos
feito à imagem e semelhança,
nunca atingiremos a perfeição,
perdoando-nos
como pecadores e imperfeitos que somos.
Ainda assim não nos repreende quando
algo acontece do jeito que não esperamos
e depositamos em sua conta nossos
infortúnios.
Ainda assim deu-nos a oportunidade da
vida através do seu
Filho
Unigênito:
Cristo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário